31 de dez de 2013

UFC 168 - O fim de uma era

No último Sábado presenciamos o que podemos chamar de fim de um ciclo  na revanche entre Anderson Silva  e Chris Weidman, com uma fratura na canela o brasileiro pode estar bem próximo da aposentadoria após 7 anos de domínio absoluto dentro do UFC.

Apesar do final frustrante, pudemos acompanhar um grande evento, lutas bem movimentadas e intensas, no co main event Ronda Rousey dominou Miesha Tate em um combate movimentado que acabou com um arm lock justo no terceiro round, valeu o ingresso.

Na  luta principal, Anderson Silva e Chris Weidman tinham algo a provar. O brasileiro queria apagar a imagem de fanfarrão e debochado que lhe custou o cinturão, Weidman lutava para espantar a desconfiança de uma vitória com méritos mas com algumas resslavas (todas por parte de Anderson Silva).

O primeiro round foi como quem acompanha lutas previa, Weidman aplicando uma pressão absurda em Anderson, com um knockdown do clinch o Americano aplicou sua postura e golpeou bem, o brasileiro sobreviveu bem, e até ensaiou um triângulo no fim do round. Weidman venceu com sobras 10 x9.

Contando a primeira luta, Weidman já desbancava Anderson em 3 rounds,e a estratégia seria derrubar e partir para o ground and pound e finalização. O Spider veio agressivo no segundo round, com dois bons chutes abalou a base do campeão, sabendo do risco o americano bloqueou mais dois low kicks, no segundo a canela de Anderson quebrou, gerando imagens fortes.

Chris Weidman venceu a revanche e assumiu o topo dos pesos médios,  Anderson Silva se recupera de cirurgia e provavelmente irá se aposentar com um legado impressionante. Vitor Belfort é o próximo na linha e promete fazer estrago. Mais uma vez o campeão Chris Weidman vai ter que provar seu valor, o qual muitos ainda desconfiam, eu venho falando há tempos, Weidman não é um lutador qualquer.

Weidman pressionou Anderson


Imagem da TV, impressionante.



Resultado dos palpites  : 2 Acertos (Jim MIller e Ronda Rousey  3 Erros ( Dustin Poirier, Travis Browne e Chris Weidman)

Placar Geral de 2013: 102 Acertos e 61 Erros =  63,00% de Acerto

Fica registrado o desejo de melhoras para Anderson Silva, um dos maiores lutadores de todos os tempos.

O Its Electric deseja um feliz 2014 a todos! Já voltaremos com força total em Janeiro!!

25 de dez de 2013

Palpites UFC 168 - Silva x Weidman II




Anderson Silva e Chris Weidman vão fazer a esperada revanche, após um final surpreendente o americano destronou o brasileiro ficou com o cinturão dos Pesos Médios. Ambos retornam ao MGM Grand Garden Arena em Las Vegas para o tira teima.

Como fiz durante todo o ano de 2013 vamos aos palpites do card principal do último UFC de 2013!!

Dustin Poirier (14-3) vs. Diego Brandão (18-8)

Luta equilibrada, dois atletas versáteis que buscam ascensão nos pesos penas, difícil prever um resultado. Pode ir para qualquer um dos lados. Palpite: Diego Brandão vence.

Jim Miller (22-4, 1 NC) vs. Fabricio Camões (14-7-1)


Jim Miller chegou a bter na porta de uma titule Shot, Fabricio Camões luta para se firmar no UFC, Miller tem um bom jogo de chão e troca bem em pé, Camões tem um Jiu Jitsu afiado mas é inconsistente. Palpite: Jim Miller vence.

Travis Browne (15-1-1) vs. Josh Barnett (33-6)


Lutas entre pesos pesados são imprevisíveis, dois lutadores de alto nível que buscam o top 3 da divisão vão lutar por destaque rumo ao cinturão em poder de Cain Velasquez. Josh Barnett é perigoso, tem poder de nocaute, bom jogo de chão e experiência, Browne tem força e explosão, é rápido pelo tamanho que tem. Barnnet é um lutador de elite e tem muitas formas de vencer a luta. Palpite: Josh Barnett vence.

Ronda Rousey (7-0) vs. Miesha Tate (13-4)

Não acho que Ronda Rousey seja uma lutadora completa, seu jogo é bem previsível mas eficaz, derrubar, ajustar a posição e atacar o braço, mas sua precisão é tamanha que não apostaria contra ela, mesmo que Miesha Tate já sabe de tudo isso e pode vencer se apostar na troca de golpes. Palpite: Ronda Rousey vence.

Chris Weidman (10-0) vs. Anderson Silva (33-5)

Cada luta tem sua história, Weidman provou que pode vencer qualquer um, mas Anderson não lutou o que poderia na primeira luta entre eles, mesmo acreditando em um combate duríssimo, é muito complicado ir contra Anderson Silva. Acho que Weidman pode vencer, mas Anderson tem mais meios para retomar o cinturão. Luta equilibrada. Palpite: Anderson Silva vence.


23 de dez de 2013

Almah - Unfold


Nota: 8,00

O Almah é a maior prova de que ainda existe criatividade dentro do que podemos chamar de Power Metal, mesclando influências diversas que caminham entre o Hard Rock, Progressivo e até alguns toques de Thrash Metal. Mesmo com tanta diversidade eles conseguem soar coesos e autênticos.

A experiência de Edu Falaschi é o grande diferencial, que após ir do céu ao inferno no Angra soube capitalizar toda bagagem adquirida e desenvolver o Almah, que era um projeto em 2009 e virou sua principal banda já nos idos de 2012, mesmo caminhando na complicada estrada de bandas de Metal Brasleiras, o Almah vem crescendo de maneira interessante.

Atuando com grandes músicos e investindo numa produção de qualidade o Almah conseguiu dar um passo a frente com Unfold, todos os músicos são ótimos e sabem se expressar, o equilíbrio entre técnica e sensibilidade é o ponto forte dos caras, que conseguem escapar dos clichês que assola o Heavy Metal. 

Marcelo Barbosa e Gustavo Di Pádua  são guitarristas excelentes e um dos alicerces do álbum, tendo grande destaque. Marcelo Moreira é um baterista completo e sabe variar andamentos e descer o braço quando necessário, o baixista Raphael Dafras é discreto e bem postado, adiciona bom balanço ao som e tem uma técnica refinada, Edu Falaschi é sim um grande vocalista, apesar de um certo desgaste na voz, vem se recuperando bem e já voltou a cantar em alto nível, dentro de sua extensão vocal.

Unfold é versátil, caminha entre extremos de forma legal, peso, melodia, refrães compõe uma estrutura intrincada mas de fácil assimilação, quem gostava dos discos de Edu no Angra, vai gostar de Unfold, quem não curtia, pode passar a apreciar. In My Sleep é um power metal  intrincado e vocais agressivos, um ótimo cartão de visitas e um sopro de criatividade para o estilo, caminhando por outra via Beware The Stroke tem uma pegada mais Hard Rock e toques de Metal Progressivo, o contraste entre a pegada simples e direta com viradas instrumentais sofisticadas é o ponto forte por aqui.

The Hostage é carregada nos grooves e timbres ótimos das guitarras afiadas da dupla Gustavo Di Pádua e Marcelo Barbosa, a balada Warm Wind tem grande potencial, com bons arranjos e vocais certeiros de Edu Falaschi, lembrando as baladas do Angra fase Rebirth.

Mantendo o clima mais leve, Raise The Sun, primeiro single,  tem estrutura simples e cadenciada, com arranjos de piano mesclado com guitarras bem pesadas, Marcelo Moreira adiciona uma boa dose de variação mostrando todo a classe dos bateristas brasileiros, excelente prova de que simplicidade gera grandes resultados, Cannibals In Suits quebra o clima com frases densas feitas pelo baixo de Raphael Dafras, uma paulada que mescla o Power Metal com Thrash Metal em um encontro interessante.

A alternância de suavidade e peso é a aposta do Almah, em Wings of Revolution o Hard Rock com acento mais pop é seguida pela típica power metal Believer, com presença forte dos riffs de guitarra e até alguns blasting beats de Moreira, viaja entre técnica e peso com uma grande e bem feita parte instrumental.

I Do é cadenciada, se aproximando de uma balada carregada de peso, lembrando o Masterplan,  principalmente no refrão carregado de melodias, You Gotta Stand tem grandes linhas vocais de Edu, puxando para um som mais suingado e progressivo, vale destacar que os dois guitarristas despejam grandes solos.

Fechando o álbum temos Treasure Of The Gods que começa folk e desemboca em um prog power que lembra o clássico Temple Of Shadows do Angra, aqui temos o melhor trabalho vocal de Edu, e uma levada matadora da cozinha formada por Marcelo Moreira e Raphael Dafras com seu baixo soando pesado e em destaque, um tema  épico. Farewell fecha o álbum de maneira súttil.

Com Unfold o Almah soou melhor, mais coeso e capaz de crescer, Motion de 2011 já mostrava originalidade e solidez, desta vez podemos ouvir uma banda em busca de algo maior, mais ambicioso. Edu ainda não está soando 100% como em seu auge, mas vem resgatando sua saúde e qualidade vocal abalada após 10 anos de Angra.  

Sim, o Power Metal ainda tem salvação!



Raise The Sun


Cannibals In Suits


Unfold (2013)

01. In My Sleep
02. Beware The Stroke
03. The Hostage
04. Warm Wind
05. RaiseThe Sun
06. Cannibals In Suits
07. Wings Of Revolution
08. Believer
09. I Do
10. You Gotta Stand
11. Treasure Of The Gods
12. Farewell


A Banda

Edu Falaschi (Vocais, Teclados, Produção)
Marcelo Barbosa ( Guitarra)
Gustavo Di Pádua (Guitarra)
Raphael Dafras (Baixo)
Marcelo Moreira (Bateria)

18 de dez de 2013

Os melhores álbuns de Rock/Metal de 2013


O Ano de 2013 foi excelente para os fãs de Hard Rock e Heavy Metal,muitos lançamentos  colocaram um sorriso no rosto dos fãs, bandas de várias gerações fizeram bonito!

Falando em gerações, na minha lista tentei mesclar bandas de todas as épocas  desde dinossauros como Black Sabbath e o fenomenal 13, até o Scorpion Child, que debutou esse ano e tem tudo para explodir.

Geograficamente também encontramos diversidade razoável, tendo os Estados Unidos como predominante devido ao tamanho do mercado por lá, mas ainda vimos Ingleses, Dinamarqueses, Alemães e Brasileiros temos Hard Rock e Heavy Metal de alta qualidade sendo feito em todo o mundo.

A lista dos que quase entraram é quase outro top 10, foi complicado deixá-los de fora, mas escolhas tiveram que ser feitas!

Diivrtam-se




#10 - Masterplan - Novum Initium - Após anos de turbulência e instabilidade Roland Grapow remontou o Masterplan e gravou um disco digno de uma dos grandes nomes do Power Metal mundial. Retomando arranjos intrincados e muitas melodias, Novum Initium traz Rick Altzi nos vocais, que supera as expectativas, grandes composições, execução perfeita. Destaques: Keep Your Dream Alive, Betrayal, Return From Avalon e Novum Initium.





#09 - Volbeat -Outlaw Gentlamen & Shady Ladies - Os Dinamarqueses do Volbeat continuam sua saga de misturar Heavy Metal, Hard Rock e Rockabilly, com temáticas baseadas em Western Horror a banda vem crescendo e tem tudo para ser uma das maiores do mundo. Gentlemen & Shady Ladies fez bonito, mostrando personalidade. Destaques: Dead But Rising, Room 24, Lola Montez e Lonesome Rider.




#08 - Scorpion Child - Scorpion Child - O debut desses texanos é um sucesso de critica, com uma sonoridade que mescla o Hard Rock Setentista com o Heavy Metal praticado na NWOBHM chamou a atenção, mesmo soando retrô, conseguiram entregar um disco com personalidade. Possuem muito futuro. Destaques: Polygon Of Eyes, Salvation Slave, Liquor e Paradigm




#07 - Dream Theater - Dream Theater - O Dream Theater vem reconstruindo sua carreira após a perda de Mike Portnoy, com um disco auto intitulado forte que consegue resgatar parte da magia dos primeiros anos mesclados as influências dos registros recentes. Visivelmente mais inspirados e fluentes na parte criativa, o Dream Theater emplacou um grande disco de Prog Metal. Destaques: The Enemy Inside, The Looking Glass, Surrender To Reason e Illumination Theory





#06 - Hibria - Silent Revenge - O Brasil foi muito bem representado, o Hibria chutou o balde em Silent Revenge, um disco furioso, que pega o ouvinte de primeira. Maturidade, experiência e talento fizeram a diferença. Power Metal feito com inteligência. Destaques: Silent Revenge, Deadly Vengeance, Silence Will Make You Suffer e The Way It is.





#05- Stone Sour - House Of Gold..pt 2 -  Corey Taylor & cia retornaram com seu álbum conceitual recheado de mistérios e viagens sobrenaturais, performances inspiradas e um bom repertório levaram o Stone Sour a outro patamar. Para quem quer ouvir um Hard/Heavy pesado e bem feito esse é o disco! Destaques: Black John, Grave Send, The Uncanny Valley e Do Me a Favor





#04-  The Winery Dogs - The Winery Dogs - Mike Portnoy, Billy Sheehan e Ritchie Kotzen montaram um power trio espetacular, musicalidade fluída, composições que acertam o alvo, meclando bem a habilidade dos músicos e o bom gosto! Grande estréia. Destaques : Elevate, Desire , I'm No Angel e Not Hopless 



#03- Queesnrÿche - Queensrÿche - Chutar Geoff Tate foi a melhor coisa para a banda, com energia renovada entregaram um álbum excelente que resgatou suas origens e atualizou a sonoridade. Todd LaTorre foi uma peça importante para levar a banda para essa nova fase. Destaques: Where Dreams Go To Die, In This Light, Redemption e Open Road.





#02- Black Sabbath - 13 - Os criadores do Heavy Metal voltaram com força total, revisitando a fase  clássica, mostram vitalidade e capacidade de criar música de extrema qualidade. Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler fizeram bonito! Destaques: End Of The Begining, God Is Dead?, Loner e Zeigeist.





#01- Alter Bridge - Fortress - Surpreendente como o Alter Bridge conseguiu dar um passo adiante após o denso AB 3. Apostando em uma dinâmica sonora diversificada, focaram na complexidade e no peso, com um estilo próprio e sem as amarras de seguir fórmulas consagradas que infestam o Heavy Rock atual. Eles continuam ganhando muitos admiradores ao redor do globo. Destaques : Cry of Achilles, Addicted to Pain, Water's Rising e Fortress.

Quase entraram

Trivium - Vengeance's Fall

O Trivium é um grande nome da nova geração, com uma carreira sólida vem amadurecendo e incorporando elementos de Heavy Metal clássico em seu som, em Vengeance's Fall uniram melodia e peso de forma exemplar. Confiram!


Stratovarius - Nemesis

Nemesis figurou no meu top 10 ao longo do ano, mas com a safra boa, alguns nomes ficaram de fora, dei prioridade a nomes como o Volbeat e Scorpion Child. Nemesis é excelente e mostrou a banda revigorada explorando novas sonoridades no Power Metal. Retornaram revigorados.

Korn - Paradigm Shift

Um álbum que quase bagunçou meu top 10, o Korn acertou ao resgatar um som mais orgânico e menos voltado ao dubstep e eletrônico do álbum anterior. Mais visceral e pesado focou numa pegada mais direta e pulsante. Um grande álbum.

Alice In Chains - The Devil Put Dinosaurs Here

O Alice In Chains continua sua trajetória de sucesso em TDPDH, caprichando no peso e na densidade. Viajando entre peso e melancolia o quarteto de Seattle mandou bem e soube moldar seu estilo  para enfrentar mais uma década. Vale a pena ouvir!


Decepção 

Megadeth - Super Collider

Esperava mais de Mustaine & Cia, com músicos excelentes e entrosados todo mundo achava que o Megadeth viria com um trabalho nos moldes de Endgame, mas o que vimos foi um álbum sem testosterona, que acerta em muitos momentos mas falha feio quando tinha que engatar uma marcha mais alta. Quem sabe no próximo álbum....

Pior resultado

Queensrÿche Geoff Tate - Frequency Unknown 

Desastre anunciado de 2013, Geoff Tate criou uma versão bastarda do Queensrÿche e jogou seu nome (que já andava abalado devido a presepadas recentes) na lama. Disco fraco, mal produzido e remendado, faça um favor a você mesmo, não ouça essa porcaria.


17 de dez de 2013

UFC ON FOX 9 - Johnson reina entre os moscas

O penúltimo UFC do ano foi um grande evento, rodeado de lutadores mais leves tivemos um show de técnica, raça e agressividade comprovando o alto nível técnico dos atletas envolvidos.


Após um card preliminar movimentado e boas lutas do card principal, as duas lutas mais importantes da noite passaram longe do que podemos chamar de equilíbrio, Urijah Faber passou por cima de Michael McDonald. O veterano do Team Alpha Male superou o novato e promissor adversário de forma impressionante, dominando as ações na trocação e impondo uma combinação eficiente de Wrestling e Jiu Jitsu.

Após o dominio no primeiro round, Faber sentiu que Mcdonald estava mentalmente acabado, uma vez que levou golpes duros e foi derrubado, com a vantagem o California Kid acelerou no segundo round  e com um potente overhand mandou Mcdonald para a lona, atordoado não viu Faber encaixar uma guilhotina montado, e girar na meia guarda para a finalização.




Faber mais agressivo
Finalizando na guilhotina



Faber voltou a rota do cinturão dos pesos galos, e vai enfrentar o vencedor de Renan Barão e Dominick Cruz.


A luta principal merece uma descrição rápida, após estudos Johnson acertou um gancho no queixo de Benavidez que caiu apagado nos primeiros minutos do primeiro round, simples e direto.

Demetrious Johnson amplia seu domínio na divisão dos pesos moscas e segue imbátivel no peso.
Johnson só conferiu após o Nocaute


Mais um card com 100% de acertos


Resultado dos palpites  : 5 Acertos (Ryan LaFlare, John Lauzon, Chad Mendes, Uirjah Faber e Demetrious Johnson   0 Erro

Placar Geral: 100 Acertos e 58 Erros =  63,30% de Acerto

13 de dez de 2013

Palpites UFC ON FOX 9 - Johnson x Benavidez II


Mais um evento do UFC antes do fim de 2013, desta vez o maior evento de MMA do mundo vai para a Califórnia com um card principal voltado em sua maioria para os pesos mais leves, no main event Demtrious Johnson defende mais uma fez o cinturão dos pesos moscas contra Joseph Benavidez que busca a revanche e o cinturão.

Como sempre vamos aos palpites do card principal

Court McGee (16-3) vs. Ryan LaFlare (9-0) => Palpite: LaFlare vence

Joe Lauzon (22-9) vs. Mac Danzig (21-11-1) => Palpite: Lauzon vence

Chad Mendes (15-1) vs. Nik Lentz (24-5-2, 1 NC) => Palpite: Chad Mendes vence

Urijah Faber (29-6) vs. Michael McDonald (16-2)=> Palpite: Faber vence

Demetrious Johnson (18-2-1) vs. Joseph Benavidez (19-3) =. Johnson vence


11 de dez de 2013

Hibria - Silent Revenge



Nota: 8


A satisfação de ouvir uma banda como o Hibria vinda de nosso país é enorme, profissionais e capazes de desenvolver um som com personalidade eles conseguiram uma enorme projeção ao tocarem no Palco Sunset do Rock In Rio 2013 ao lado do Almah, e seguraram o rojão com muita competência.

Entretanto, antes desse grande show, em Junho foi lançado Silent Revenge, álbum que foi muito bem aceito no meio da música pesada. Apresentando uma sonoridade vigorosa e com a experiência adquirida nos últimos anos, o Hibria amadureceu sem perder o pique, ao mesmo tempo que estão presentes algumas bases intrincadas podemos ouvir um Power Metal furioso lembrando em alguns momentos o Rage e um pouco de Primal Fear.

Mesmo com uma proposta bem definida os caras não se amarraram em fórmulas batidas, pelo contrário, com muita personalidade chegaram chutando tudo. Iuri Sanson é um vocalista competente, canta muito bem e tem potência na voz, as guitarras de Abel Camargo e Renato Osório estão afiadas, bem timbradas e vieram carregadas com um arsenal de grandes riffs e solos, falar da cozinha formada pelos excelentes Benhur Lima (baixo) e Eduardo Baldo (bateria) é desafiador, ouça, simples assim, eles destroem tudo.

O grande trunfo do Hibria é que mesmo atuando em dentro do saturadíssimo Power Metal  eles mostram novos caminhos, como a sofisticação de arranjos e na adição de bases bem pesadas. Silent Revenge é um bom referencial de como uma banda profissional deve soar.

Quando os primeiros acordes de Silent Revenge saem dos alto falantes notamos a consistência da banda, um grande trabalho em termos de peso aliado a técnica, Benhur Lima dá um show a parte com seu baixo de 6 cordas. Uma música pesada e cheia de groove.

Sem tempo para respirar Lonely Fight mantém a pegada com sua cadência mid tempo bem sacada, Iuri Sasson se destaca tanto na parte técnica quanto na interpretação, Deadly Vengeance engata uma marcha adiante com mais uma pancada Power Metal,  a melodia no refrão aliada aos riffs que beiram o Thrash Metal levantam o ouvinte, a parte cadenciada foi muito bem colocada, os solos estão matadores.

A intensidade das composições é latente, tanto que Walking To Death mantém a rotação alta, peso no talo, vale destacar que Eduardo Baldo é um rolo compressor na bateria, Silence Will Make You Suffer abre com um riff bem forte, e abaixa a pressão mas amplia a melodia, com um refrão fácil e muito bem montado, um dos destaques do disco, repleta de variações.

Shall I Keep On Burning vem num clima de balada melancólica, bem colocada no track list preenche bem seu papel, os primeiros acordes em The Place That You Belong devolvem mais peso na cabeça do ouvinte, calcada no groove mesclado com tempos insanos nos bumbos, mostram alternância de climas com um instrumental sofisticado

Para finalizar duas grandes músicas, as guitarras alá Iron Maiden no começo The Scream Of An Angel soam bem, assim como a sessão ritmica sofisticada, Benhur Lima e Eduardo Baldo não sabem brincar.  Em The Way It Is ouvimos a maior diversidade sonora de todo o registro, desde a pegada Thrash Metal até um interlúdio Jazzistico, Iuri Samson atinge notas altas com facilidade e potência, mais de 8 minutos de bom gosto.

Silent Revenge tem potencial para alavancar a carreira do Hibria que já desfruta de boa popularidade no Japão e China, além de um crescimento considerável por aqui. Com uma boa discografia e muita qualidade ao vivo os gaúchos tendem a crescer ainda mais. 

Quem gosta de Heavy Metal tem que conhcer!



Silent Revenge





Silence Will Make You Suffer









Silent Revenge (2013) 

1. Silent Revenge
2. Lonely Fight
3. Deadly Vengeance
4. Walking To Death
5. Silence Will Make You Suffer
6. Shall I Keep On Burning
7. The Place That You Belong
8. The Scream Of An Angel
9. The Way It Is

A Banda

Iuri Sansom (Vocais)
Abel Camargo (Guitarra)
Renato Osório (Guitarra)
Benhur Lima (Baixo)
Eduardo Baldo (Bateria) 

10 de dez de 2013

UFC Fight Night 33 - Uma luta épica!

Um dos grandes momentos do UFC ocorreu no último sábado na Austrália, Mark Hunt e Antônio Pezão fizeram um dos melhores combates do ano, uma luta épica que levantou o público e recebeu elogios do patrão Dana White.


Em um evento com boas lutas tivemos a vitória rápida de Mauricio Shogun sobre James Te Huna, o brasileiro acertou um cruzado que apagou o neo zelandês no primeiro round, com um belo contra golpe. Falta muito para Shogun voltar a ser um lutador competitivo, mas deu um importante passo rumo a reabilitação.


Shogun mostrou velocidade ao nocautear Te Huna



No Main event Pezão e Hunt fizeram um combate espetacular, o empate foi justo do ponto de vista do espetáculo, ambos alternaram domínio e tornou a decisão difícil para os juízes, qualquer resultado seria justo, Hunt e Pezão protagonizaram o melhor combate entre pesos pesados do UFC em muitos anos!

A luta transcorreu em pé e no chão, e mostrou uma boa evolução de Hunt na luta agarrada, bem como a melhora no condicionamento de Pezão. Em pé Hunt cegou a balançar o brasileiro, que soube usar a luta garrada, derrubou e usou seu Jiu Jitsu para montar e golpear.

Grande combate!




Pezão pegou o queixo de Hunt


Troca franca de golpes
Empate justo
Resultado dos palpites  : 3 Acertos (Soa Palelei, Ryan Bader e Mauricio Shogun 3 Erros ( Bethe Correia, Clint Hester e Empate Entre Hunt e Pezão)

Placar Geral: 96 Acertos e 58 Erros =  62,70 % de Acerto

6 de dez de 2013

Palpites UFC Fight Night 33 - Silva x Hunt




O ano de 2013 vai chegando ao fim, mas no UFC as coisas continuam acontecendo, o maior evento de MMA do mundo vai a Austrália com um card que promete bons combates, grandes nomes como Antonio Pezão, Mark Hunt, Mauricio Shogun e Ryan Bader.

Vale lembrar que o evento ocorre nesta hoje, de sexta para sábado.

Como sempre vamos aos palpites do card principal

Julie Kedzie (16-12) vs. Bethe Correia (6-0)

Não conheço muito bem as lutadoras, Kezie vem de 3 derrotas consecutivas, mas enfrentou oponentes mais gabaritadas que Bethe Correia, a brasileira está invicta mas seu cartel não é muito expressivo. Palpite: Kezie vence.

Dylan Andrews (16-4, 1 NC) vs. Clint Hester (8-3)

Dois lutadores que ainda estão dando os primeiros passos no UFC, Dylan Adrews é Neo Zelandês e luta praticamente em casa, Hester vem como franco atirador, dois lutadores que priorizam a trocação. Andrews é favorito. Palpite: Andrews vence.

Pat Barry (8-6) vs. Soa Palelei (19-3) 
Luta entre pesos pesados são imprevisíveis, Pat Barry é extremamente irregular mas promove grandes espetáculos, Palelei também gosta de lutas francas, combate difícil de prever, quem acertar a primeira vence. Palpite: Soa Palelei vence.

Ryan Bader (15-4) vs. Anthony Perosh (14-7)

Ryan Bader pega uma luta para se reabilitar, e ai que mora o perigo, o vencedor do TUF 8 foi tido como uma das promessas dos meio pesados, mas desde que foi derrotado por Jon Jones, alternou momentos bons e ruins. Perosh é mediano, mas vem de uma boa vitória sobre Vinny Magalhães. Palpite: Ryan Bader vence.

Mauricio “Shogun” Rua (21-8) vs. James Te Huna (16-6)

De ex-campeão do UFC a quase demitido, Shogun passa por um momento ruim na carreira, vem de 3 apresentações abaixo de seu potencial e com um discurso de reabilitação que pouca gente acredita, James Te Huna perdeu para Glover Teixeira, mas tem a chance de vencer um grande nome e se estabelecer na categoria dos meio pesados. Shogun tem que ficar esperto, mandaram uma escada traiçoeira para ele subir. Luta complicada, o brasileiro deve evitar a troca franca. Palpite: Shogun vence.

Mark Hunt (9-8) vs. Antonio “Bigfoot” Silva (18-5)

Pesos pesados do top 10 da categoria, uma luta que promete ser emocionante, Hunt pega pesado com as mãos, Pezão não tem um queixo confiável, mas bate forte e tem um bom chão. Luta muito equilibrada, difícil de prever. Se Pezão trabalhar o chão, pode vencer, Hunt tem uma trocarão de nível alto e melhorou no chão. Palpite: Mark Hunt vence.


4 de dez de 2013

TUF Finale 18 - Nate Diaz supera má fase

No último sábado o Mandalay Bay Arena em Las Begas recebeu a final do TUF 18 que pela primeira vez possuía mulheres e homens como aspirantes ao contrato com o UFC.

Numa noite de bons combates Chris Holdsworth superou Davey Grant por finalização e Julianna Peña venceu Jessica Rackozy por TKO, na verdade não foi grande surpresa, pois ambos os vencedores se mostram aguerridos desde o primeiro combate dentro da casa, e foram desbancando os adversários que eram colocado no caminho.

Julianna venceu bem!

Holdsworth finalizou mais uma vez!
O time de Miesha Tate faturou os dois contratos.

Na luta principal Nate Diaz e Gray Maynard fizeram um combate rápido e aberto, Diaz usou bem sua envergadura e se aproveitou do erro de estratégia de Manynard que deveria ter feito uma luta mais tática e longa, Diaz venceu por TKO no primeiro round, e se recupera de duas derrotas seguidas, Maynard segue em má fase.


Diaz aplicou uma seqüência devastadora
Resultado dos palpites  : 3 Acertos (Julianna Peña, Chirs Holdsworth e Jessamyn Duke)  2 Erros ( Nate DIaz e Raquel Pennington)

Placar Geral: 93 Acertos e 55 Erros =  63,00 % de Acerto

29 de nov de 2013

Palpites TUF FINALE 18 - Maynard x Diaz




O TUF Finale 18 marca o fim da temporada do TUF que colocou Miesha Tate e Ronda Rousey frente a frente como treinadoras do reality show do UFC, em uma edição bem interessante que mesclou homens e mulheres nos times e revelou bons lutadores. Os finalistas disputam um contrato com o UFC.
Vale lembrar que Tate e Rousey lutarão dia 28 de dezembro no card do UFC 168, que colocará Anderson Silva e Chris Weidman frente a frente mais uma vez.
Como sempre vamos aos palpites do card principal de mais uma final de TUF.

Roxanne Modafferi (15-10) vs. Raquel Pennington (3-3) => Palpite: Modaferi vence.
Jessamyn Duke (2-0, 1 NC) vs. Peggy Morgan (2-0) => Palpite: Jessamun Duke vence.

Chris Holdsworth (4-0-0) vs. Davey Grant (8-1-0) => Palpite: Holdsworth vence.

Julianna Peña (4-2-0) vs. Jessica Rakoczy (1-3-0) => Palpite: Julianna Peña vence.

Gray Maynard (11-2-1) vs. Nate Diaz (16-9) => Palpite: Gray Maynard vence


26 de nov de 2013

Heavy Metal Alternativo : 10 Discos que você deveria conhecer (Parte 2)

A segunda parte dos 10 discos de Metal Alternativo que você deveria conhecer chegou, aproveite para relembrar, conhecer, concordar ou sugerir. Vale ressaltar que existem uma infinidade de excelentes registros do gênero, e que futuramente pode surgir novas listas.

Abaixo o Big Four do gênero na minha humilde opinião!

Divirtam-se




#4 - Faith No More - Angel Dust (1992)





Antes de mais nada, não estou louco, apesar da proposta maluca e desconstrutiva o Faith No More, sem querer criou um estilo com o esquisito e genial Angel Dust, o álbum que mostrou ao mundo um dos embriões do chamado New Metal, foi considerado suicídio comercial após o explosivo sucesso do ótimo The Real Thing (1989).

Mike Patton & Cia quebraram todas as barreiras e misturaram de tudo em Angel Dust, músicas pesadas,momentos melodiosos, letras sarcásticas, experimentações.
A execução é  impecável, mesmo não sendo um disco totalmente Hard Rock ou  Metal Alternativo, marcou época.

Destaques: Land of Sunshine, Midlife Crisis, A Small Victory



Land Of Sunshine



Midlife Crisis





#3 - Rage Against The Machine - Rage Against The Machine (1992)





O RATM é um dos maiores expoentes do Rock Pesado, um dos percursores do Metal Alternativo, que combinou de maneira explosiva um instrumental fantástico com vocalizações nervosas de Hip Hop, letras politizadas com um forte apelo de ativismo. 

No meio desse caldeirão sonoro Zack De La Rocha  (vocais) e Tom Morello (Guitarras) lideraram uma das bandas mais originais dos anos 90. O debut auto intitulado de 1992 é um dos grandes discos dos anos 90, um item obrigatório na coleção de quem curte Rock e Metal.

Destaques: Killing In The Name, Take The Power Back, Bullet In The Head


Killing In The Name


Take The Power Back




#2 - Anthrax -  Sound Of White Noise ( 1993)



Um dos ícones do Thrash Metal, o Anthrax viveu um momento conturbado com a saída do vocalista Joey Belladona no inicio dos anos 90, com John Bush nos vocais uma nova proposta sonora  se iniciou, misturando Heavy Metal, Hardcore e Rock Alternativo .

Sound of White Noise é um clássico da música pesada, a  produção cuidadosamente suja, as guitarras graves de Scott Ian e Dan Spitz, a bateria cavalar de Charlie Bennate e o baixo metalizado de Frank Bello  somados aos vocais roucos e raivosos de John Bush deram uma nova cara ao Anthrax e ao Thrash Metal.

Destaques: Only, Room For One More, Black Lodge


Only


Black Lodge



#1 Slipknot - Vol 3: The Subliminal Verses (2004)





Grande clássico do Heavy Metal da última década, o Slipknot atingiu seu auge, trazendo a sonoridade brutal de Iowa com toques mais melódicos, um grande avanço em termos de arranjos e diversidade, o trio formado por Corey Taylor (vocais) James Root (Guitarra) e Joe Jordison (Bateria) é a espinha dorsal dos 9 mascarados, e neste álbum entregam suas melhores performances.

A produção caprichada a cargo de Rick Rubin extraiu o melhor dos caras, um registro moderno que mostra que o Heavy Metal pode evoluir e explorar novas sonoridades.

Destaques: Duality, Pulse Of Maggots, Before I Forget


Duality


Before I Forget


22 de nov de 2013

Dream Theater - Dream Theater




Nota: 8,5

O Dream Theater é um ícone do Prog Metal, a banda mais popular, amada e odiada do estilo é uma referência, um marco no quesito técnico, músicos excepcionais fazendo músicas altamente complexas mas melodiosas.

Entretanto desde o aclamado Six Degrees Of Inner Turbulence (2002) a banda devia um álbum excelente, os registros seguintes ( Train Of Thought, Octavarium, Systematic Chaos, Black Clouds & Silver Linnings e A Dramatic Turns of Events) são muito bons, e possuem momentos brilhantes, mas faltava algo para serem clássicos.

Finalmente sai o auto intitulado do Dream Theater, e podemos dizer que este traz a banda de volta a sua melhor forma, um clássico na essência, complexo, grandioso e igualmente emocionante.  Talvez a melhor comunicação entre os caras refletiu nisso, pois dizem que a relação com Mike Portnoy já andava desgastada há anos, especulações a parte, os bons álbuns anteriores deram lugar a um registro especial.

Destacar os músicos é algo desnecessários, são excelentes, vale ressaltar como o batera Mike Mangini evoluiu conseguindo  se distanciar de Portnoy  mas manter a identidade do Dream Theater.

False Awakening Suite, é uma faixa instrumental grandiosa que abre bem o álbum, algo como um inicio cinematográfico, impossível não se empolgar, até que The Enemy Inside entra sem  pedir licensa, John Petrucci aparece com riffs certeiros e seu timbre inconfundível, destaque para os grandes vocais de James Labrie que acerta em cheio no refrão.

As influências de Rush despontam na excelente The Looking Glass,  menos complexa mais empolgante tem uma melodia cativante, esse clima mais "simples" dá lugar a complexidade e virtuose de Enigma Machine, uma instrumental fantástica que remete a grandes momentos do passado como Erotomania e The Dance Of Eternity.

Em The Bigger Picture temos um retorno ao rock progressivo setentista, com ênfase em Jordan Rudess, os bons arranjos dos teclados ao fundo da mixagem criam um aspecto sonoro profundo, além dos bons arranjos de piano.  O clima soturno misturado ao peso em Behind The Veil  é guiado pelo baixo excepcional John Myung e pela bateria de Magini, que foi muito bem gravada, vale destacar o som de bumbo do álbum todo é sensacional.

Surrender To Reason traz a tona o Prog Metal mais clássico, o típico som do Dream Theater, os instrumentos construindo uma massa sonora complexa, com arranjos e compassos matemáticos aliados a uma melodia cativante, o duelo de John Petrucci e John Myung durante o solo de guitarra é muito legal.

A típica balada do Dream Theater aparece em Along For The Ride, sem grandes surpresas cumpre bem seu papel mas fica um pouco ofuscada diante do restante do material apresentado, mas vale a audição, e nesses momentos James Labrie mostra sua competência e identidade.

O grande épico do álbum é Illumination Theory e seus 20 minutos grandiosos e megalomaníacos, é a faixa que os fãs hardcore esperam, e os que não são fãs criticam, suites intermináveis, incursões orquestradas, solos de todos os instrumentos, temática complexa, tudo no superlativo, e exagerado sem economias, isso faz parte do Dream Theater, gostando ou não.

Acredito que Dream Theater era o trabalho que os fãs esperavam, mesmo lançando grandes discos em seqüência todos esperavam um registro que tirasse a banda de uma zona de conforto e a colocasse no topo como em diversos momentos de sua história, pois bem, James Labrie, Jordan Rudess, John Petrucci, John Myung e Mike Mangini escreveram mais um capítulo vitorioso na história do Prog Metal. Recomendo!!


The Enemy Inside


Dream Theater (2013)

1. False Awakening Suite
2. The Enemy Inside
3. The Looking Glass
4. Enigma Machine
5. The Bigger Picture
6. Behind The Veil
7. Surrender To Reason
8. Along For The Ride
9. Illuination Theory

A Banda

James Labrie (Vocais)
John Petrucci (Guitarras)
Jordan Rudess (Teclados e Sintetizadores)
John Myung (Baixo)
Mike Mangini (Bateria)